Minhas poesias,
Fazem deliberadas apologias;
A tudo o que meu coração sente,
Mas minha boca desmente.
Meu corpo não condiz,
Com aquilo que meu interior me diz;
Minha mente me trai,
Quando nega tudo o que o meu corpo se atrai.
Meus olhos são um espelho,
Daquilo que pulsa sem medo;
Ele reflete,
Tudo o que meu coração pede.
Na cabeça: a memória,
Na memória: o apego a história;
As lembranças ainda sou apegada,
Por elas meu coração bate, pulsa e batalha.
Meu corpo emite sinais,
Complexos, distorcidos e difusos;
Em silêncio eu peço mais,
Daquele amor louco, puro e confuso...
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