Não sei bem oque estou digitando, pois meus sentimentos acabam de ser esmagados.
Meus olhos começam a ficar marejados,
Então, por Deus, não, eu não vim falar sobre o amor.
Minha memória é muito fraca para coisas ruins,
E muito acesa para coisas boas.
O problema é que isso não é nada legal quando se trata de se machucar,
Perdoar é bom, mas o problema é que a pessoa não quer ser perdoada.
O problema é que ela gosta de lhe ver chorar,
Quando tudo o que você queria era ficar ao lado dela;
E sorrir.
Então, por Deus, não, eu não vim falar sobre o amor.
Eu vim falar sobre essa facada que recebemos,
Não doeria se fosse alguém que não gostamos que nos ferisse,
Mas o problema é que o assassino é quem nós amamos.
Que eu amo.
Então, por Deus, não, eu não vim falar sobre o amor.
Aí você se pergunta... Por que? Por que você ama alguém que te fere?
Talvez por que um dia essa pessoa já te fez sorrir, muito.
Provavelmente não é isso, pois se não eu estaria casada com algum palhaço de circo.
Mas a realidade é que se eu explicasse o porquê, eu não amaria essa pessoa;
Então, por Deus, não, eu não vim falar sobre o amor.
Amor não se explica, amor se doa,
Mesmo que você ame uma pessoa que lhe magoa.
Isso é patético,
Não me encontro mais nas minhas próprias poesias;
Nas minhas rimas.
Parece que estou defendendo um discurso que já não acredito...
Então, por Deus, não, eu não vim falar sobre o amor.
Dentro de alguns minutos a dor vai passando,
E você esquece o motivo pelo qual estava chorando;
E volta aquele ciclo viciante,
De lembranças, amor, mágoa e perdão constante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário